Bem Vindo ao meu Blogger

E ainda tem gente que pensa que a paz é impossível...
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quinta-feira, 23 de junho de 2011

Vida

A vida (do latim vita) é um conceito muito amplo e admite diversas definições......



                



Acredito que o propósito da vida está em ser feliz.
Dalai Lama, Líder politico e espiritual tibetano

terça-feira, 7 de junho de 2011

O Amor é assim

          
·         O amor tem uma forma especial de ser,
Chega sem ninguém perceber,
Faz da dor uma alegria,
Preenche o vazio do coração,
Transforma o nada em tudo
E dá sentido à vida.
O amor é assim,
Difícil de explicar,
gostoso mesmo é de sentir,
Nítido e belo, simples e perfeito.
O amor não escolhe pessoas,
Entra no coração com a sua permissão,
O amor não faz sofrer,
Sofrem apenas os que amam com a emoção
E não com a razão,
O amor é uma semente plantada no coração
E quando nasce mostra ao coração
Tudo o que os olhos não vêem.
O amor é assim,
Difícil de explicar,
gostoso mesmo é de sentir,
Nítido e belo,
simples e perfeito.

sábado, 4 de junho de 2011

Ser Mulher

·         Ah, ser mulher!
Ser mulher é ver o mundo com doçura,
É admirar a beleza da vida com romantismo.
É desejar o indesejável.
É buscar o impossível.

O poder de uma mulher está em seu instinto
Porque a mulher tem o dom de ter um filho,
E cuidar de vários outros filhos que não são seus.

Ah, as mulheres!
Ainda que sensíveis
Mulheres conseguem ser extremamente fortes
Mesmo quando todos pensam que não há mais forças.

Mulheres cuidam de feridas e feridos
E sabem que um beijo e um abraço
Podem salvar uma vida,
Ou curar um coração partido.

Mulheres são vaidosas,
Mas não deixam que suas vaidades
Suplantem seus ideais.

Muitas mulheres mudaram o rumo
E a história da humanidade
Transformando o mundo
Em um lugar melhor.

A mulher tem a graça de tornar a vida alegre e colorida,
E ela pode fazer tudo isto quantas vezes quiser
Ser mulher é gostar de ser mulher
E ser indiscutivelmente feliz
E orgulhosa por isso.

- Brunna Paese -

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Amigos


Amigo não é ?coisa pra se guardar?
É um ser pra se ter, sentir e amar.
A amizade é o fruto desta árvore
Quem é amigo, do outro faz a vontade.
Amigo é aquele que vibra com a felicidade do outro
Que pra servir sempre está disposto.
Amizade sincera é assim
Tu me dás a tua parte, eu, te dou parte de mim.
Amigo é aquele que jamais vai embora
E ainda que se distancie por um pouco, a alma chora.
Amizade pra valer não se olvida de ser,
Amigo de verdade, estas qualidades, é preciso ter.
Milton Nascimento
Jeovam A. dos Santos



                                       

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A Escola

                                    

           


                                                     Escola é…
                                   O lugar onde se faz amigos,
                   Não se trata só de prédios, salas e quadros,
                            Programas, horários, conceitos…
                                   Escola é sobretudo, gente,
                            Gente que trabalha, que estuda,
                        Que se alegra, se conhece, se estima.
                                        O director é gente,
                  O coordenador é gente, o professor é gente,
                                       O aluno é gente,
                                 Cada funcionário é gente.
                           E a escola será cada vez melhor
                               Na medida em que cada um
                  Se comporte como, colega, amigo, irmão.
       Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
         Nada de conviver com pessoas e depois descobrir
                      Que não tem amizade a ninguém,
            Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
                                      Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
                       É também criar laços de amizade,
                     É criar ambiente de camaradagem,
                      É conviver, é se “amarrar” nela!
         Ora, é lógico que numa escola assim vai ser fácil
                            Estudar, trabalhar, crescer,
                            Fazem amigos, educar-se,
                                             Ser Feliz
                             
                                                                                            Paulo Freire
                


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Camões

Luís Vaz de Camões (Lisboa, 1524 — Lisboa, 10 de Junho  de 1580) foi um célebre poeta de Portugal, considerado uma das maiores figuras da literatura em lingua portuguesa e um dos grandes poetas do Ocidente.
Pouco se sabe com certeza sobre a sua vida. Aparentemente nasceu em Lisboa, de uma família da pequena nobreza. Sobre a sua infância tudo é conjectura mas, ainda jovem, terá recebido uma sólida educação nos moldes clássicos, dominando o latim e conhecendo a literatura e a história antigas e modernas. Pode ter estudado na Universidade de Coimbra, mas a sua passagem pela escola não é documentada. Frequentou a corte de Dom João III, iniciou a sua carreira como poeta lírico e envolveu-se, como narra a tradição, em amores com damas da nobreza e possivelmente plebeias, além de levar uma vida boémia e turbulenta. Diz-se que, por conta de um amor frustrado, se auto exilou em ,Africa, alistado como militar, onde perdeu um olho em batalha. Voltando a Portugal, feriu um servo do Paço e foi preso. Perdoado, partiu para o Oriente. Passando lá vários anos, enfrentou uma série de adversidades, foi preso várias vezes, combateu bravamente ao lado das forças portuguesas e escreveu a sua obra mais conhecida, a epopeia nacionalista Os Lusiadas. De volta à pátria, publicou Os Lusíadas e recebeu uma pequena pensão do rei Dom Sebastião pelos serviços prestados à Coroa, mas nos seus anos finais parece ter enfrentado dificuldades para se manter.
Logo após a sua morte a sua obra lírica foi reunida na colectânea Ritmas, tendo deixado também três obras de teatro cómico. Enquanto viveu queixou-se várias vezes de alegadas injustiças que sofrera, e da escassa atenção que a sua obra recebia, mas pouco depois de falecer a sua poesia começou a ser reconhecida como valiosa e de alto padrão estético por vários nomes importantes da literatura europeia, ganhando prestígio sempre crescente entre o público e os conhecedores e influenciando gerações de poetas em vários países. Camões foi um renovador da linguaportuguesa e fixou-lhe um duradouro cânone; tornou-se um dos mais fortes símbolos de identidade da sua pátria e é uma referência para toda a comunidade lusófona internacional. Hoje a sua fama está solidamente estabelecida e é considerado um dos grandes vultos literários da tradição ocidental, sendo traduzido para várias línguas e tornando-se objecto de uma vasta quantidade de estudos críticos.
                                 

Luís Vaz de Camões
                          
                                                        


                                                                     
Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

                           Luís de Camões

                 

                                               

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Amizade


Neste mundo, existem três espécies de amigos: aqueles que nos amam, aqueles que não se preocupam connosco, e os que nos odeiam



Para um Amigo Tenho Sempre
Para um amigo tenho sempre um relógio
esquecido em qualquer fundo de algibeira.                                  
Mas esse relógio não marca o tempo inútil.                   
São restos de tabaco e de ternura rápida.
É um arco-íris de sombra, quente e trémulo.
É um copo de vinho com o meu sangue e o sol.

António Ramos Rosa « Viagem Através de uma Nebulosa»

António Ramos Rosa